A trajetória do Escritor
A obra do artista deve ser o seu delírio alucinatório da vida,
deve ter todos os elementos, o riso da felicidade,
a ternura da embriaguez, o porre da solidão,
a dor de cotovelo, a mulher ou companheira,
o olhar enciumado das amantes ou dos amantes.
O teor rosa dos machistas,
o amor ambulante dos mascates
e a leitura de um mundo novo.
Imaginativo, criado, como se fosse uma galinha
querendo botar o ovo.
O seu tempo deve ser o pano de fundo da canção.
E o ator que dança.
Escrever é quase que só masturbar,
e ter o prazer do gozo no lançamento.
deve ter todos os elementos, o riso da felicidade,
a ternura da embriaguez, o porre da solidão,
a dor de cotovelo, a mulher ou companheira,
o olhar enciumado das amantes ou dos amantes.
O teor rosa dos machistas,
o amor ambulante dos mascates
e a leitura de um mundo novo.
Imaginativo, criado, como se fosse uma galinha
querendo botar o ovo.
O seu tempo deve ser o pano de fundo da canção.
E o ator que dança.
Escrever é quase que só masturbar,
e ter o prazer do gozo no lançamento.
Manoel Messias Pereira
poeta de São Jose do Rio Preto -SP. Brasil
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